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O GIGANTE DA COLINA – DO REAL AO VIRTUAL, O VASCO DA GAMA MONUMENTAL
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Re: O GIGANTE DA COLINA – DO REAL AO VIRTUAL, O VASCO DA GAMA MONUMENTAL
E o Vasco, apoiado pela sua IMENSA TORCIDA e debruçado na vantagem da vitória anterior, começou o jogo administrando o meio campo com Juninho Pernambucano, Felipe, Jean e Willians porque o San Lorenzo veio disposto a fazer de tudo para reverter o resultado a seu favor.
De tanto se jogarem a frente, os argentinos deram espaço ao ataque Vascaíno e aos 26 minutos do primeiro tempo, o artilheiro Fred, que vinha de uma temporada instável por conta da disputa por vaga com Fabian Bordagaray, se jogou em direção da bola, arrematando um rebote do Goleiro Nereo depois de chute dado por Luis Fabiano. 1 x 0 e a torcida gritava: “VOU TORCER PRO VASCO SER CAMPEÃO, SÃO JANUÁRIO, MEU CALDEIRÃOOOOOO!”
Vantagem aumentada e jogando em casa, uma excelente combinação para o Vascão chegar a conquista... E assim acabou o primeiro tempo.
As equipes voltaram para a etapa final e o que se viu foi o San Lorenzo apertar a saída de bola, tanto que as jogadas pelo meio campo cruzmaltino já não saiam mais talvez pelo cansaço de Felipe e Juninho Pernambucano. E assim, aos 23 minutos do segundo tempo, Emiliano Alfaro diminui para os argentinos depois da bobeada de Matias Arce que perdeu a bola e propiciou o gol: 1 x 1.
O Vasco nem se assustou tanto, pois ainda possuía a vantagem de poder empatar e manteve as jogadas pelo meio mesmo com Juan Manuel Torres ganhando quase todas as bolas. E isso foi extremamente perigoso ao objetivo do cruzmaltino, pois dava ao San Lorenzo várias possibilidades de contra ataques. Aos 28 minutos da etapa complementar, depois de substituir Killy Gonzáles, Axel Fernando Juares (um jovem meia argentino de 20 anos criado nas bases do San Lorenzo), chutou da intermediária e contou com uma falha incrível de Fernando Prass que tentou agarrar a bola e acabou deixando-a passar por entre seus braços e entrar no canto. 2 x 1 para o San Lorenzo e desespero vascaíno em São Januário que via o título passar para o adversário depois da virada inesperada.
A esta altura, já não restava mais nada ao técnico Lucio Menezes Jr. do que mandar a equipe ao ataque como já fizera no jogo contra o Huracan pelas semifinais. Tirou os laterais Diego Renan (pela esquerda) – Kleber havia se machucado durante a temporada – e Léo Moura (pela direita), adicionou mais um zagueiro à defesa vindo a ser Leandro Desabato e colocou um terceiro atacante, Fabian Bordagaray, para aumentar o poder ofensivo que já contava com Luis Fabiano e Fred.
O San Lorenzo, jogando nos erros do meio de campo, principalmente com Willians que, visivelmente nervoso, tocava de forma errada dando presentes a Romagnoli e Alfaro, que perdeu uma claríssima chance de gol cara a cara com Fernando Prass aos 35 minutos, o que faria com que os argentinos colocassem as duas mãos na taça naquele momento.
Mas a mudança tática aplicada pelo revolucionário Lucio Menezes Jr. daria uma nova esperança à calada e atônita torcida cruzmaltina: Aos 40 minutos do segundo tempo, depois de um cruzamento do meia direita Jean, a bola cruzou toda a área e encontrou Felipe na esquerda. Novo cruzamento e bola no peito de Luis Fabiano que tocou para Bordagaray chutar de frente para o goleiro Nereo que espalmou nos pés do criticado Fred que só teve o trabalho de tocar para o fundo das redes alucinando a torcida vascaína: “O FRED VAI TE PEGAR, O FRED VAI TE PEGAR!!!!” – Na comemoração, o Presidente Roberto Dinamite prometeu colocá-lo no Hall da Fama no término da temporada.
E pegou mesmo... Término de partida , Vasco 2, San Lorenzo 2 e o empate dramático deu ao Machão da Gama o bicampeonato da Copa Libertadores. A cruzada pelo continente havia acabado, fazendo a IMENSA TORCIDA VASCAÍNA BEM FELIZ!
De tanto se jogarem a frente, os argentinos deram espaço ao ataque Vascaíno e aos 26 minutos do primeiro tempo, o artilheiro Fred, que vinha de uma temporada instável por conta da disputa por vaga com Fabian Bordagaray, se jogou em direção da bola, arrematando um rebote do Goleiro Nereo depois de chute dado por Luis Fabiano. 1 x 0 e a torcida gritava: “VOU TORCER PRO VASCO SER CAMPEÃO, SÃO JANUÁRIO, MEU CALDEIRÃOOOOOO!”
Vantagem aumentada e jogando em casa, uma excelente combinação para o Vascão chegar a conquista... E assim acabou o primeiro tempo.
As equipes voltaram para a etapa final e o que se viu foi o San Lorenzo apertar a saída de bola, tanto que as jogadas pelo meio campo cruzmaltino já não saiam mais talvez pelo cansaço de Felipe e Juninho Pernambucano. E assim, aos 23 minutos do segundo tempo, Emiliano Alfaro diminui para os argentinos depois da bobeada de Matias Arce que perdeu a bola e propiciou o gol: 1 x 1.
O Vasco nem se assustou tanto, pois ainda possuía a vantagem de poder empatar e manteve as jogadas pelo meio mesmo com Juan Manuel Torres ganhando quase todas as bolas. E isso foi extremamente perigoso ao objetivo do cruzmaltino, pois dava ao San Lorenzo várias possibilidades de contra ataques. Aos 28 minutos da etapa complementar, depois de substituir Killy Gonzáles, Axel Fernando Juares (um jovem meia argentino de 20 anos criado nas bases do San Lorenzo), chutou da intermediária e contou com uma falha incrível de Fernando Prass que tentou agarrar a bola e acabou deixando-a passar por entre seus braços e entrar no canto. 2 x 1 para o San Lorenzo e desespero vascaíno em São Januário que via o título passar para o adversário depois da virada inesperada.
A esta altura, já não restava mais nada ao técnico Lucio Menezes Jr. do que mandar a equipe ao ataque como já fizera no jogo contra o Huracan pelas semifinais. Tirou os laterais Diego Renan (pela esquerda) – Kleber havia se machucado durante a temporada – e Léo Moura (pela direita), adicionou mais um zagueiro à defesa vindo a ser Leandro Desabato e colocou um terceiro atacante, Fabian Bordagaray, para aumentar o poder ofensivo que já contava com Luis Fabiano e Fred.
O San Lorenzo, jogando nos erros do meio de campo, principalmente com Willians que, visivelmente nervoso, tocava de forma errada dando presentes a Romagnoli e Alfaro, que perdeu uma claríssima chance de gol cara a cara com Fernando Prass aos 35 minutos, o que faria com que os argentinos colocassem as duas mãos na taça naquele momento.
Mas a mudança tática aplicada pelo revolucionário Lucio Menezes Jr. daria uma nova esperança à calada e atônita torcida cruzmaltina: Aos 40 minutos do segundo tempo, depois de um cruzamento do meia direita Jean, a bola cruzou toda a área e encontrou Felipe na esquerda. Novo cruzamento e bola no peito de Luis Fabiano que tocou para Bordagaray chutar de frente para o goleiro Nereo que espalmou nos pés do criticado Fred que só teve o trabalho de tocar para o fundo das redes alucinando a torcida vascaína: “O FRED VAI TE PEGAR, O FRED VAI TE PEGAR!!!!” – Na comemoração, o Presidente Roberto Dinamite prometeu colocá-lo no Hall da Fama no término da temporada.
E pegou mesmo... Término de partida , Vasco 2, San Lorenzo 2 e o empate dramático deu ao Machão da Gama o bicampeonato da Copa Libertadores. A cruzada pelo continente havia acabado, fazendo a IMENSA TORCIDA VASCAÍNA BEM FELIZ!

* O Capitão Juninho Pernambucano, campeão em 98, ergue a Taça Libertadores pela segunda vez
* Dedé, o Mito, é carregado pelos torcedores segurando o objetivo da temporada

* O Presidente Roberto Dinamite na Volta Olímpica com a Taça Libertadores

* O Fabuloso, Luis Fabiano com o "Zeca da Colina", Léo Moura na festa de comemoração do título

* O atacante e artilheiro da final da Libertadores, Fred, ganha o João Sorrisão do Globo Esporte!
Última edição por lukbm em Qui 12 Jan 2012, 21:46, editado 3 vez(es)


lukbm- Administrador

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Re: O GIGANTE DA COLINA – DO REAL AO VIRTUAL, O VASCO DA GAMA MONUMENTAL
IIIhhhh só da vasco êÊÊÊê bota.......
Dalê Vasco dalê vasco seremos campeões!
Aaaaaaah Luicio Menezes!!!
Que campanha, que time.... Que final!!!
Dalê Vasco dalê vasco seremos campeões!
Aaaaaaah Luicio Menezes!!!
Que campanha, que time.... Que final!!!
[center]

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2011-> Ano dos Fails no Fmbr lol
Re: O GIGANTE DA COLINA – DO REAL AO VIRTUAL, O VASCO DA GAMA MONUMENTAL
Facks escreveu:IIIhhhh só da vasco êÊÊÊê bota.......
Dalê Vasco dalê vasco seremos campeões!
Aaaaaaah Luicio Menezes!!!
Que campanha, que time.... Que final!!!
"- É graças ao apoio desta torcida que fazemos o nosso trabalho. Com um suporte como este, tudo o que temos que fazer é dar o nosso melhor em campo! Só temos a agradecer..."
* Lucio Menezes Jr. Gerente e Técnico do Vasco da Gama em entrevista à Rádio Tupi ao término da final da Libertadores


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Re: O GIGANTE DA COLINA – DO REAL AO VIRTUAL, O VASCO DA GAMA MONUMENTAL
1.5 – Campeonato Brasileiro Série A

Com a montagem de um elenco estelar pela diretoria, o Vasco da Gama chegou como um dos favoritos ao título no Campeonato brasileiro 2010/2011.
A primeira partida contra o Figueirense terminou com um placar de 1 x 0 magro com gol de Alecssandro que substituía Luis Fabiano, poupado para o jogo contra o Aurora da Bolívia pela Libertadores, mostrando bem o que seria o brasileirão para o cruzmaltino. A grande rotação de jogadores na competição se mostrou penosa em muitos momentos, pois a equipe não conseguia se entrosar adequadamente para um longo ano campeonato com 38 partidas ao todo.
As três partidas que se seguiram deram um ar de favoritismo ao Vasco por conta de resultados expressivos contra o Fluminense (5 x 1) e Flamengo (3 x 0) e outra vitória simples por 1 x 0 contra o Vitória da Bahia, com destaque para Alecssandro e Fabian Bordagaray jogando bem, porém sendo a dupla de ataque considerada reserva, já que Luis Fabiano e Fred eram os “titulares”. Até então o Vasco era líder seguido pelo Internacional em segundo.
O primeiro jogo em que Luis Fabiano e Fred estiveram em campo os 90 minutos foi a quinta partida em São Januário contra o Ceará e o resultado mostrou o exposto até agora sobre o elenco: O time cearense marcou logo aos 15 minutos e os atacantes não conseguiam marcar de forma alguma até que Luis Fabiano marcou no início do segundo tempo, mas Fred não conseguia acertar o gol mesmo com as inúmeras chances que teve. Um empate melancólico em 1x 1, mas a manutenção da liderança.
Mas bastou a dupla ser escalada novamente na próxima partida contra o rival Botafogo para consolidar as dificuldades e um novo empate, agora fora de casa, com os mesmos contornos de antes: A perda excessiva de gols, começar perdendo com um gol de Maicosuel e um gol salvador aos 41 minutos do segundo tempo, agora de Bordagaray, que substituiu Fred no final da partida.
Os dois empates abateram tanto a equipe que os cinco jogos subseqüentes foram de penúria para a torcida vascaína... 3 x 2 para o Bahia, recém promovido à série A, 0 x 0 com o pequeno Bragantino em São Januário, 2 x 1 para o Palmeiras, 1 x 0 para o Corinthians e um 2 x 2 contra o Atlético Paranaense na 11ª rodada jogaram a equipe para a 9ª posição na tabela. O time estava com o moral baixo e não conseguia se reerguer mesmo com uma série de reuniões de emergência marcadas pelo técnico e dirigente Lucio Menezes Jr. Isso só não se transformou em coisa pior porque o time acabara de se classificar para as oitavas de final na Libertadores.
Daí, alternância de bons e maus momentos, pois depois da seqüência desastrosa o time conseguiu uma expressiva vitória por 3 x 0 sobre o Grêmio, uma derrota por 1 x 0 para o Atlético Mineiro que lutava para sair da zona de rebaixamento, duas vitórias seguidas contra Náutico (2 x 0) e Avaí (2 x 1), vitória contra o Cruzeiro por 2 x 1 e nova derrota para o São Paulo por 2 x 1. Uma vitória por 1 x 0 com gol do “Ogro” Eduardo Costa fechou a participação do Gigante da Colina no primeiro turno do Brasileirão na 7ª posição com 31 pontos, treze a menos que o líder Internacional com 44 pontos e buscando o bicampeonato consecutivo.
O segundo turno começou ruim para o Vasco que empatou em Florianópolis com o Figueirense por 2 x 2. Daí outra alternância de resultados positivos e negativos: Vitória de 1 x 0 contra o Fluminense, empate em 2 x 2 com o Flamengo e com o Vitória da Bahia em 1 x 1.
Nesta fase, a equipe ainda lutava pela Copa do Brasil e impulsionada pela preparação para enfrentar o arqui-rival Flamengo na semifinal, fez com que as melhorias no grupo fossem divididas entre a Libertadores e o Brasileirão também. Vieram então cinco vitórias consecutivas, um empate e mais três vitórias em seqüência com destaque para 4 x 0 sobre o Botafogo com dois de Felipe e dois de Luis Fabiano e 4 x 1 contra o Palmeiras com três de Fred, já começando sua recuperação técnica, e um de Luis Fabiano. Ambos os jogos em São Januário. Depois dessa arrancada o Vasco passou a ser o líder do campeonato na 33ª rodada com 62 pontos, seguido de perto por Santos com os mesmos 62 pontos só que saldo de gols inferior e Internacional com 60 pontos.
Mas ainda que com toda a preparação em torno das competições disputadas, o cruzmaltino foi eliminado da Copa do Brasil pelos Rubro Negros e caiu em depressão no Brasileirão já que agora precisava não ter o mesmo destino na Copa Libertadores dedicando-se quase que inteiramente à disputa das Américas que já estava nos dois jogos finais contra o San Lorenzo da Argentina.
Nos seis jogos da reta final, uma queda livre na tabela com empates contra Avaí, Cruzeiro e Santos mais as derrotas para Náutico, Internacional – que lutava diretamente pela liderança – e São Paulo – os tricolores em uma arrancada final incrível, fizeram com que a equipe despencasse de 1º colocado para 7º no fechamento da competição. O campeão foi decidido na última rodada em uma emocionante disputa entre São Paulo, Santos e Internacional que entraram no jogo final com 70 pontos para o tricolor, 72 para o Santos perdendo no saldo de gols para o então, líder, Internacional com os mesmos 72 pontos!
O Inter tinha uma tarefa considerada mais fácil já que jogava com o Avaí, que tinha um time inferior, mas que também lutava para escapar do rebaixamento e a partida aconteceu na Ressacada, casa do Leão de Floripa. O Santos jogaria com o Vasco da Gama na Vila Belmiro contando com Neymar, Ganso, Elano, Borges e Liédson, enquanto que o São Paulo teria pela frente o rival Palmeiras no Morumbi, no clássico conhecido como “CHOQUE REI”.
As partidas começaram todas no mesmo horário e a tensão era nítida nos estádios! Tudo empatado em 0 x 0 até que aos 14 minutos do primeiro tempo o artilheiro Borges abre o placar para o Santos na Vila Belmiro contra o Vasco e o Peixe passava a frente na luta pelo título com 75 pontos contra 73 do Inter e 71 do São Paulo.
Mas dois minutos depois, aos 16 do primeiro tempo, o São Paulo encosta na briga e abre o placar no Morumbi sobre o Palmeiras através do jovem atacante Henrique. O panorama do título então mudou para Santos com 75 pontos, Internacional com 73 pontos e São Paulo também com 73 pontos, porém perdendo a segunda posição no saldo de gols.
Antes do fim do primeiro tempo das partidas, um pouco de alívio aos colorados aconteceu aos 30 minutos, não porque o Internacional abrira o placar contra o Avaí, mas sim porque o Palmeiras empatou contra o São Paulo através do atacante tcheco Marek Strestík: 1 x 1 no Morumbi, porém isso durou pouco: o São Paulo aumentou aos 38 minutos novamente com o atacante Henrique e fez 2 x 1, mas não mudou as posições na classificação.
Chega o segundo tempo, festa na Vila Belmiro com a presença do Rei Pelé em seu camarote, pois o campeonato estava encaminhado. Na Ressacada o Inter não conseguia marcar contra o Avaí, que mesmo rebaixado pelos resultados lutava bastante. Os colorados ainda viam a segunda posição ameaçada porque no Morumbi o São Paulo ampliava o placar para 3 x 1 no Palmeiras aos 08 minutos do segundo tempo de novo com o atacante Henrique e o saldo de gols começava a pesar. Até que aos 20 minutos da etapa complementar, o temor virou realidade, pois o talentoso meio-campo Lucas – antigo “Marcelinho”, marcou mais um gol no Morumbi ampliando para o Tricolor fazendo 4 x 1 no Porco. A essa altura O Santos permanecia campeão com 75 pontos, São Paulo com 73 pontos e Internacional também com 73 pontos, porém agora o time do sul é que perdia a segunda posição no saldo de gols!
E a segunda posição se consolidava a favor do Sampa porque atacante Henrique, em tarde inspirada, marcou seu quarto gol no jogo e decretou uma goleada histórica sobre o Palmeiras por 5 x 1.
O resultado espetacular no Morumbi já era bom para o São Paulo e se tornou êxtase quando, aos 29 minutos do segundo tempo o placar do estádio anunciou: Goooolllll do Vasco na Vila Belmiro! Fred é o pai da criança! Agora Santos 1, Vasco 1...
Contrastes: Vila Belmiro em silêncio, incrédula e festa total da Independente até os Dragões da Real!
Então, os juizes apitaram o fim dos jogos quase que concomitantemente e a rodada definitiva terminou. HEPTACAMPEONATO para o desacreditado São Paulo, tendo como herói o jovem Henrique por todos os quatro gols que ajudaram o Tricolor a chegar a 73 pontos, 29 gols e ao título. Bastava ao Internacional somente um gol contra o Avaí para conseguir o bicampeonato, mas o jogo terminou 0 x 0 e o Saci acabou em segundo também com 73 pontos e 28 gols - um gol a menos que o São Paulo, seguido do “quase campeão” Santos que terminou com os mesmos 73 pontos já que permitiu o empate ao Vasco da Gama nos últimos minutos e ficando com 25 gols. O campeonato Brasileiro da temporada 2011/2011 foi decidido de forma espetacular por saldo de gols!


Em quarto ficou o Flamengo com 68 pontos, seguido do Botafogo com 66 pontos em quinto, ambos classificados para a Copa Libertadores. O sexto e classificado para a pré-Libertadores da próxima temporada foi o Cruzeiro com também com 66 pontos perdendo para o Botafogo adinha em quê? No saldo de gols!
O Vasco ficou em 7º colocado, terminando na mesma posição da temporada passada com 65 pontos e ficou fora da disputa das Américas do próximo ano, mas com a chance de se tornar campeão do mundo pela primeira vez – havia perdido por 2 x 1 em 1998 para o Real Madri da Espanha. Estava classificado para o Mundial de clubes da FIFA por ter vencido a Copa Libertadores onde também figuraria o Bayer de Munique, conhecido clube alemão, vencedor da UEFA Champions League.
No rebaixamento figuraram Náutico Capibaribe que havia sido promovido e caiu novamente, Avaí e os dois representantes do futebol baiano: Bahia - que também havia voltado à elite na temporada sendo rebaixado de novo - e Vitória

O artilheiro do campeonato foi o atacante Bobô do Cruzeiro com 23 gols, com o jovem atacante e herói do título Henrique do São Paulo em segundo com 22 gols. Em terceiro ficou o meia-atacante argentino Herrera do Botafogo com 20 gols, enquanto o “Fabuloso” atacante vascaíno Luis Fabiano ficou em quarto com 18 gols.

Com a montagem de um elenco estelar pela diretoria, o Vasco da Gama chegou como um dos favoritos ao título no Campeonato brasileiro 2010/2011.
A primeira partida contra o Figueirense terminou com um placar de 1 x 0 magro com gol de Alecssandro que substituía Luis Fabiano, poupado para o jogo contra o Aurora da Bolívia pela Libertadores, mostrando bem o que seria o brasileirão para o cruzmaltino. A grande rotação de jogadores na competição se mostrou penosa em muitos momentos, pois a equipe não conseguia se entrosar adequadamente para um longo ano campeonato com 38 partidas ao todo.
As três partidas que se seguiram deram um ar de favoritismo ao Vasco por conta de resultados expressivos contra o Fluminense (5 x 1) e Flamengo (3 x 0) e outra vitória simples por 1 x 0 contra o Vitória da Bahia, com destaque para Alecssandro e Fabian Bordagaray jogando bem, porém sendo a dupla de ataque considerada reserva, já que Luis Fabiano e Fred eram os “titulares”. Até então o Vasco era líder seguido pelo Internacional em segundo.
O primeiro jogo em que Luis Fabiano e Fred estiveram em campo os 90 minutos foi a quinta partida em São Januário contra o Ceará e o resultado mostrou o exposto até agora sobre o elenco: O time cearense marcou logo aos 15 minutos e os atacantes não conseguiam marcar de forma alguma até que Luis Fabiano marcou no início do segundo tempo, mas Fred não conseguia acertar o gol mesmo com as inúmeras chances que teve. Um empate melancólico em 1x 1, mas a manutenção da liderança.
Mas bastou a dupla ser escalada novamente na próxima partida contra o rival Botafogo para consolidar as dificuldades e um novo empate, agora fora de casa, com os mesmos contornos de antes: A perda excessiva de gols, começar perdendo com um gol de Maicosuel e um gol salvador aos 41 minutos do segundo tempo, agora de Bordagaray, que substituiu Fred no final da partida.
Os dois empates abateram tanto a equipe que os cinco jogos subseqüentes foram de penúria para a torcida vascaína... 3 x 2 para o Bahia, recém promovido à série A, 0 x 0 com o pequeno Bragantino em São Januário, 2 x 1 para o Palmeiras, 1 x 0 para o Corinthians e um 2 x 2 contra o Atlético Paranaense na 11ª rodada jogaram a equipe para a 9ª posição na tabela. O time estava com o moral baixo e não conseguia se reerguer mesmo com uma série de reuniões de emergência marcadas pelo técnico e dirigente Lucio Menezes Jr. Isso só não se transformou em coisa pior porque o time acabara de se classificar para as oitavas de final na Libertadores.
Daí, alternância de bons e maus momentos, pois depois da seqüência desastrosa o time conseguiu uma expressiva vitória por 3 x 0 sobre o Grêmio, uma derrota por 1 x 0 para o Atlético Mineiro que lutava para sair da zona de rebaixamento, duas vitórias seguidas contra Náutico (2 x 0) e Avaí (2 x 1), vitória contra o Cruzeiro por 2 x 1 e nova derrota para o São Paulo por 2 x 1. Uma vitória por 1 x 0 com gol do “Ogro” Eduardo Costa fechou a participação do Gigante da Colina no primeiro turno do Brasileirão na 7ª posição com 31 pontos, treze a menos que o líder Internacional com 44 pontos e buscando o bicampeonato consecutivo.
O segundo turno começou ruim para o Vasco que empatou em Florianópolis com o Figueirense por 2 x 2. Daí outra alternância de resultados positivos e negativos: Vitória de 1 x 0 contra o Fluminense, empate em 2 x 2 com o Flamengo e com o Vitória da Bahia em 1 x 1.
Nesta fase, a equipe ainda lutava pela Copa do Brasil e impulsionada pela preparação para enfrentar o arqui-rival Flamengo na semifinal, fez com que as melhorias no grupo fossem divididas entre a Libertadores e o Brasileirão também. Vieram então cinco vitórias consecutivas, um empate e mais três vitórias em seqüência com destaque para 4 x 0 sobre o Botafogo com dois de Felipe e dois de Luis Fabiano e 4 x 1 contra o Palmeiras com três de Fred, já começando sua recuperação técnica, e um de Luis Fabiano. Ambos os jogos em São Januário. Depois dessa arrancada o Vasco passou a ser o líder do campeonato na 33ª rodada com 62 pontos, seguido de perto por Santos com os mesmos 62 pontos só que saldo de gols inferior e Internacional com 60 pontos.
Mas ainda que com toda a preparação em torno das competições disputadas, o cruzmaltino foi eliminado da Copa do Brasil pelos Rubro Negros e caiu em depressão no Brasileirão já que agora precisava não ter o mesmo destino na Copa Libertadores dedicando-se quase que inteiramente à disputa das Américas que já estava nos dois jogos finais contra o San Lorenzo da Argentina.
Nos seis jogos da reta final, uma queda livre na tabela com empates contra Avaí, Cruzeiro e Santos mais as derrotas para Náutico, Internacional – que lutava diretamente pela liderança – e São Paulo – os tricolores em uma arrancada final incrível, fizeram com que a equipe despencasse de 1º colocado para 7º no fechamento da competição. O campeão foi decidido na última rodada em uma emocionante disputa entre São Paulo, Santos e Internacional que entraram no jogo final com 70 pontos para o tricolor, 72 para o Santos perdendo no saldo de gols para o então, líder, Internacional com os mesmos 72 pontos!
O Inter tinha uma tarefa considerada mais fácil já que jogava com o Avaí, que tinha um time inferior, mas que também lutava para escapar do rebaixamento e a partida aconteceu na Ressacada, casa do Leão de Floripa. O Santos jogaria com o Vasco da Gama na Vila Belmiro contando com Neymar, Ganso, Elano, Borges e Liédson, enquanto que o São Paulo teria pela frente o rival Palmeiras no Morumbi, no clássico conhecido como “CHOQUE REI”.
As partidas começaram todas no mesmo horário e a tensão era nítida nos estádios! Tudo empatado em 0 x 0 até que aos 14 minutos do primeiro tempo o artilheiro Borges abre o placar para o Santos na Vila Belmiro contra o Vasco e o Peixe passava a frente na luta pelo título com 75 pontos contra 73 do Inter e 71 do São Paulo.
Mas dois minutos depois, aos 16 do primeiro tempo, o São Paulo encosta na briga e abre o placar no Morumbi sobre o Palmeiras através do jovem atacante Henrique. O panorama do título então mudou para Santos com 75 pontos, Internacional com 73 pontos e São Paulo também com 73 pontos, porém perdendo a segunda posição no saldo de gols.
Antes do fim do primeiro tempo das partidas, um pouco de alívio aos colorados aconteceu aos 30 minutos, não porque o Internacional abrira o placar contra o Avaí, mas sim porque o Palmeiras empatou contra o São Paulo através do atacante tcheco Marek Strestík: 1 x 1 no Morumbi, porém isso durou pouco: o São Paulo aumentou aos 38 minutos novamente com o atacante Henrique e fez 2 x 1, mas não mudou as posições na classificação.
Chega o segundo tempo, festa na Vila Belmiro com a presença do Rei Pelé em seu camarote, pois o campeonato estava encaminhado. Na Ressacada o Inter não conseguia marcar contra o Avaí, que mesmo rebaixado pelos resultados lutava bastante. Os colorados ainda viam a segunda posição ameaçada porque no Morumbi o São Paulo ampliava o placar para 3 x 1 no Palmeiras aos 08 minutos do segundo tempo de novo com o atacante Henrique e o saldo de gols começava a pesar. Até que aos 20 minutos da etapa complementar, o temor virou realidade, pois o talentoso meio-campo Lucas – antigo “Marcelinho”, marcou mais um gol no Morumbi ampliando para o Tricolor fazendo 4 x 1 no Porco. A essa altura O Santos permanecia campeão com 75 pontos, São Paulo com 73 pontos e Internacional também com 73 pontos, porém agora o time do sul é que perdia a segunda posição no saldo de gols!
E a segunda posição se consolidava a favor do Sampa porque atacante Henrique, em tarde inspirada, marcou seu quarto gol no jogo e decretou uma goleada histórica sobre o Palmeiras por 5 x 1.
O resultado espetacular no Morumbi já era bom para o São Paulo e se tornou êxtase quando, aos 29 minutos do segundo tempo o placar do estádio anunciou: Goooolllll do Vasco na Vila Belmiro! Fred é o pai da criança! Agora Santos 1, Vasco 1...
Contrastes: Vila Belmiro em silêncio, incrédula e festa total da Independente até os Dragões da Real!
Então, os juizes apitaram o fim dos jogos quase que concomitantemente e a rodada definitiva terminou. HEPTACAMPEONATO para o desacreditado São Paulo, tendo como herói o jovem Henrique por todos os quatro gols que ajudaram o Tricolor a chegar a 73 pontos, 29 gols e ao título. Bastava ao Internacional somente um gol contra o Avaí para conseguir o bicampeonato, mas o jogo terminou 0 x 0 e o Saci acabou em segundo também com 73 pontos e 28 gols - um gol a menos que o São Paulo, seguido do “quase campeão” Santos que terminou com os mesmos 73 pontos já que permitiu o empate ao Vasco da Gama nos últimos minutos e ficando com 25 gols. O campeonato Brasileiro da temporada 2011/2011 foi decidido de forma espetacular por saldo de gols!


Em quarto ficou o Flamengo com 68 pontos, seguido do Botafogo com 66 pontos em quinto, ambos classificados para a Copa Libertadores. O sexto e classificado para a pré-Libertadores da próxima temporada foi o Cruzeiro com também com 66 pontos perdendo para o Botafogo adinha em quê? No saldo de gols!
O Vasco ficou em 7º colocado, terminando na mesma posição da temporada passada com 65 pontos e ficou fora da disputa das Américas do próximo ano, mas com a chance de se tornar campeão do mundo pela primeira vez – havia perdido por 2 x 1 em 1998 para o Real Madri da Espanha. Estava classificado para o Mundial de clubes da FIFA por ter vencido a Copa Libertadores onde também figuraria o Bayer de Munique, conhecido clube alemão, vencedor da UEFA Champions League.
No rebaixamento figuraram Náutico Capibaribe que havia sido promovido e caiu novamente, Avaí e os dois representantes do futebol baiano: Bahia - que também havia voltado à elite na temporada sendo rebaixado de novo - e Vitória

O artilheiro do campeonato foi o atacante Bobô do Cruzeiro com 23 gols, com o jovem atacante e herói do título Henrique do São Paulo em segundo com 22 gols. Em terceiro ficou o meia-atacante argentino Herrera do Botafogo com 20 gols, enquanto o “Fabuloso” atacante vascaíno Luis Fabiano ficou em quarto com 18 gols.
Última edição por lukbm em Qui 12 Jan 2012, 21:47, editado 1 vez(es)


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Re: O GIGANTE DA COLINA – DO REAL AO VIRTUAL, O VASCO DA GAMA MONUMENTAL
Luk, não acha que o Fred ficou muito pressionado no Brasileiro, marcando poucos gols, não rendeu o que esperava....
Ele está insatisfeito por ter uma grande concorrência??
Ele está insatisfeito por ter uma grande concorrência??
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Re: O GIGANTE DA COLINA – DO REAL AO VIRTUAL, O VASCO DA GAMA MONUMENTAL
Facks escreveu:Luk, não acha que o Fred ficou muito pressionado no Brasileiro, marcando poucos gols, não rendeu o que esperava....
Ele está insatisfeito por ter uma grande concorrência??
Talvez sim... O Fred chegou a fazer grandes jogos, mas enfrentou uma crise profunda durante a temporada perdendo gols incríveis!
Quando o contratei, foi uma dura decisão a de deixar o Fabian Bordagaray no banco já que ele se encaixou muito bem na equipe, tanto é que ganhou o apelido de "EDMUNDO", porém o Fred da temporada anterior no Fluminense tinha me dado tanto problema que decidi colocá-lo como titular!
Com a performance do Fredgol em baixa em 2010/2011, o Bordagaray, mesmo reserva, jogou várias partidas e como sempre não decepcionou... Se o Fred se sentiu pressionado, ele não me disse nem pessoalmente, nem nas discussões abertas.
O que vale é que quando precisamos dele, ele estava lá na final da Libertadores. E ainda figurou na equipe titular final do Vasco da Gama ao término da temporada, como você verá nas minhas próximas postagens.
Obrigado por acompanhar a carreira! Acho que vou te apelidar de "TORCEDOR TWITTER" já que segue o Vascão por aqui!
Valeu


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Re: O GIGANTE DA COLINA – DO REAL AO VIRTUAL, O VASCO DA GAMA MONUMENTAL
2 – ANÁLISE GERAL E RESUMO TÉCNICO DA TEMPORADA 2010/2011

2.1 – ANÁLISE FINAL DO ELENCO 2010/2011

EQUIPE RESERVA


2.1 – ANÁLISE FINAL DO ELENCO 2010/2011

EQUIPE RESERVA

Na meta vascaína durante toda a temporada figurou o ídolo e excepcional Fernando Prass que se consolidou como um dos melhores goleiros da história do Vasco e ainda ganhou lugar na Seleção Brasileira. Ele só se ausentou do ofício nas duas semanas finais da temporada por conta de uma lesão dando espaço para Tiago que era seu reserva direto. Não havia terceiro goleiro na equipe porque o técnico Lucio Menezes Jr. entendia que seria um ônus sem necessidade, visto que, teria que pagar salário ao jogador e em caso de emergência poderia utilizar o bom goleiro dos juniores César, adquirido do Flamengo.
Na zaga a titularidade na posição pela direita era do “Mito” Dedé e pela esquerda do argentino Matias Arce, ambos podendo ser substituídos pelo ambidestro e experiente Leandro Desabato, Renato Silva pela direita ou Thiago Sales pela esquerda. Quando houve necessidade, o jovem zagueiro Jomar entrou muito bem pela direita. Pela pouca idade e inexperiência, o recém promovido dos juniores, o destro Marcelo, apesar da sua capacidade, mostrou falta de confiança nos jogos em que foi escalado e ficou fora em quase todos os jogos, nem figurando no banco de reservas. O outro jovem zagueiro promovido na temporada, João Alves foi emprestado ao CRB de Alagoas.
Nas laterais, Léo Moura jogou quase a temporada inteira como titular sendo substituído somente em caso de cansaço por Fagner e às vezes pelo ambidestro Diego Renan, quando Kleber, pela esquerda, não estava exausto ou lesionado. Neste caso, Diego Renan atuava muito bem na canhota, onde acabou ganhando a posição de Kleber no fim da temporada, aparecendo como titular no elenco final.
No meio campo e pelo sistema tático atuante em quase toda temporada com somente um volante, o titular absoluto permanecia o canhoto Willians, que quando havia necessidade pela mudança tática, fazia dupla com o “ogro” Eduardo Costa, que atuava pela direita. O meia direita Jean, por suas características, jogou como volante pela direita em algumas ocasiões, mas o substituto direto de Eduardo Costa era o jovem Rômulo. O bom volante Henrique, contratado no início da temporada para reforçar o setor fazendo dupla com Willians ou substituí-lo diretamente se houvesse necessidade, teve duas lesões graves na temporada, onde na primeira ficou oito semanas (dois meses) no departamento médico com uma ruptura do ligamento médio e depois duas semanas por um rompimento fibrilar, o que o fez perder parte dos jogos disputados no ano, não conseguindo dar seqüência confiável nas suas apresentações.
Na meia direita, Jean era o titular atuando muito bem na armação do contra-ataque, pois quando o volante Willians não roubava a bola do adversário, lá estava Jean para fazer as vezes – o que o fez jogar como volante pela direita em algumas ocasiões. Com muito bom drible e finalização regular marcou alguns gols, mas o cabeceio é o que o marcou na temporada, principalmente nos arremates provenientes de escanteio. Seu reserva direto era Diego Souza, que não conseguiu se firmar na posição novamente em sua segunda temporada no Vasco da Gama e dividiu atenções com Fellipe Bastos, que marcou três gols no ano contra somente um de Diego. Em algumas ocasiões nem Diego Souza e nem Fellipe Bastos deram conta do recado, fazendo o técnico Lucio Menezes Jr. buscar solução de qualidade em Léo Moura que adiantado à meia direita, era substituído na lateral direita por Diego Renan, deixando Kleber na lateral esquerda. Os jovens da posição eram Guilherme Costa, vendido ao Rosário Central da Argentina logo no início da temporada, e Felipinho, recém promovido dos juniores que foi emprestado ao Paraná.
Na meia esquerda, Felipe foi o titular por quase todo ano, mas devido à algumas oscilações de desempenho, deu várias oportunidades aos recém chegados Tiago Neves, mas principalmente a D´alessandro que acabou assumindo a titularidade na posição no término da temporada. João Marcos perdeu espaço, entrando somente em uma partida durante toda a temporada.
Como meia ofensivo, o capitão e absoluto Juninho Pernambucano esteve em campo em quase todas as partidas e quando não esteve, o time claramente não rendia o suficiente, demonstrando a importância de sua imprescindível presença. Foi o responsável por várias jogadas de gol através de seus passes precisos que deixavam os atacantes em condições de marcar. Outra característica que ajudou muito foram as cobranças de falta do Reizinho: Quando aconteciam próximas à linha da grande área, eram certeza de gol! No início da temporada o jovem e habilidoso argentino Raúl Amado era o seu reserva, porém perdeu espaço pela inexperiência e falta de encaixe nos jogos em que foi escalado sendo emprestado ao Besiktas da Turquia com as chegadas de Tiago Neves e D´alessandro que revezaram-se hora na meia esquerda, hora mais próximos da área no lugar de Juninho.
No ataque, as contratações foram mais expressivas no início da temporada com as chegadas de Luis Fabiano e Fred. Inicialmente Lucio Menezes Jr. contava somente com Alecssandro pela direita, Fabian Bordagaray pela esquerda – podendo jogar na direita também já que era ambidestro – e Élton pela esquerda na reserva já que o Benfica de Portugal não quis negociar a permanência do “Ligeirinho” Éder Luis, destaque na temporada passada.
Os dois atacantes recém chegados vieram para serem titulares, pois faziam a dupla de ataque da Seleção Brasileira e até começaram bem, mas no decorrer do tempo fizeram a diretoria se questionar sobre o acerto em trazê-los para a Colina...
Luis Fabiano só permaneceu titular até o fim da temporada porque disputava posição com Alecssandro pela direita de ataque e suas características superavam a deste último. O Fabuloso atuou razoavelmente no Cariocão marcando 11 gols, foi bem no Campeonato Brasileiro sendo o quarto maior artilheiro com 18 gols, mas enfrentou uma grande crise pela Copa do Brasil onde marcou somente 02 gols e também pela Copa Libertadores marcando míseros 03 gols. Superou os seus limites nesta temporada somente pela intimidação que criava nos adversários, pela dedicação nas disputas de bola e pelas boas assistências para os outros companheiros marcarem.
Fred, pela esquerda, apesar da sua grande qualidade, enfrentou um jejum de gols interminável. Entrava como titular nos jogos, não conseguia transformar as chances em gols sendo superado quase sempre por Fabian Bordagaray na titularidade e o argentino não decepcionava fazendo balançar as redes dos adversários ao lado de Luis Fabiano.
Antes da chegada de Fred, na final da Copa dos Campeões do Brasil contra o Internacional de Porto Alegre, Fabian “Edmundo” Bordagaray já havia sido o herói do título marcando os dois gols da vitória, corroborando com o seu já conhecido “faro de gol” como na temporada 2009/2010.
No Campeonato Carioca, Fred até teve um início promissor na disputa por uma vaga no ataque, pois conseguiu oito gols contra cinco de Fabian Bordagaray em 15 rodadas da primeira fase, mas a partir daí não marcou mais e ainda presenciou as semifinais onde o atacante argentino marcou quatro vezes nos dois jogos contra o Botafogo e a final contra o Fluminense onde o Vasco saiu derrotado, mas com Bordagaray marcado duas outras vezes.
A dificuldade do atacante contratado junto ao Fluminense ficou notória no Brasileirão onde quem fez dupla titular com Luis Fabiano em quase todos os jogos foi Bordagaray. Incrivelmente, Fred só conseguiu marcar seu primeiro gol no campeonato brasileiro, já no segundo turno na 27ª rodada aos 45 minutos do segundo tempo da vitória por 3 x 0 contra o Bragantino – os outros dois foram marcados pelo “Fabuloso”! E isso melhorou um pouco seu desempenho nas 11 rodadas seguintes onde marcou em quatro partidas sete gols, destaques para os três gols na vitória por 4 x 1 contra o Palmeiras, dois na vitória por 3 x 1 sobre o Atlético Mineiro e o gol decisivo do empate por 1 x 1 com o Santos na última rodada que tirou o título do “Peixe”. Resumo: 08 gols no campeonato jogando 18 partidas...
Ao mesmo tempo em que enfrentava o jejum de gols no Brasileirão, jogando a Copa do Brasil, “Fredgol” passou por algo semelhante: Marcou um gol na primeira partida do confronto contra o fraco SINOP do Mato Grosso e foi reaparecer de novo somente em uma das partidas da terceira rodada onde marcou dois contra o Grêmio. Depois disso só balançou as redes no empate por 1 x 1 contra o Flamengo pelo jogo de volta nas semifinais – que eliminou o cruzmaltino! Ou seja, em 10 partidas disputadas na Copa Nacional o atacante da Seleção Brasileira fez somente 04 gols...
Na Copa Libertadores da América, Fred passou em branco em toda a primeira fase: 06 jogos e nada de gols, enquanto Fabian Bordagaray marcou cinco vezes. Nas oitavas de final contra o Corinthians, nada de Fred de novo e duas vezes “Edmundo” Bordagaray.
Nas quartas de final, depois de toda a trajetória na competição internacional, Fred finalmente desencantou: Foi decisivo, abrindo o placar no difícil jogo de volta do Vasco contra o Peñarol em Montevidéu e ajudou na classificação para a próxima fase.
Daí, novamente o ostracismo vendo apoteóticas atuações de Luis Fabiano nos dois jogos da semifinal contra o Huracan da Argentina onde o “Fabuloso” marcou três vezes e novamente observou de perto seu “reserva” Fabian Bordagaray dar a vitória ao Vasco com um gol único no primeiro jogo da final contra o San Lorenzo da Argentina.
A temporada de Fred só foi salva e digna de foto no Hall da Fama em São Januário, porque foram dele os dois gols no segundo jogo da final: Um abrindo o placar e o outro, derradeiro, aos 40 minutos do segundo tempo empatando a partida em 2 x 2 – O San Lorenzo vencia por 2 x 1 e estava levando o caneco pela vitória parcial e os gols na casa do adversário! O resultado deu o bicampeonato das Américas ao Gigante da Colina e por conta disso, o atacante figurou no ataque titular ao final da temporada.
Na zaga a titularidade na posição pela direita era do “Mito” Dedé e pela esquerda do argentino Matias Arce, ambos podendo ser substituídos pelo ambidestro e experiente Leandro Desabato, Renato Silva pela direita ou Thiago Sales pela esquerda. Quando houve necessidade, o jovem zagueiro Jomar entrou muito bem pela direita. Pela pouca idade e inexperiência, o recém promovido dos juniores, o destro Marcelo, apesar da sua capacidade, mostrou falta de confiança nos jogos em que foi escalado e ficou fora em quase todos os jogos, nem figurando no banco de reservas. O outro jovem zagueiro promovido na temporada, João Alves foi emprestado ao CRB de Alagoas.
Nas laterais, Léo Moura jogou quase a temporada inteira como titular sendo substituído somente em caso de cansaço por Fagner e às vezes pelo ambidestro Diego Renan, quando Kleber, pela esquerda, não estava exausto ou lesionado. Neste caso, Diego Renan atuava muito bem na canhota, onde acabou ganhando a posição de Kleber no fim da temporada, aparecendo como titular no elenco final.
No meio campo e pelo sistema tático atuante em quase toda temporada com somente um volante, o titular absoluto permanecia o canhoto Willians, que quando havia necessidade pela mudança tática, fazia dupla com o “ogro” Eduardo Costa, que atuava pela direita. O meia direita Jean, por suas características, jogou como volante pela direita em algumas ocasiões, mas o substituto direto de Eduardo Costa era o jovem Rômulo. O bom volante Henrique, contratado no início da temporada para reforçar o setor fazendo dupla com Willians ou substituí-lo diretamente se houvesse necessidade, teve duas lesões graves na temporada, onde na primeira ficou oito semanas (dois meses) no departamento médico com uma ruptura do ligamento médio e depois duas semanas por um rompimento fibrilar, o que o fez perder parte dos jogos disputados no ano, não conseguindo dar seqüência confiável nas suas apresentações.
Na meia direita, Jean era o titular atuando muito bem na armação do contra-ataque, pois quando o volante Willians não roubava a bola do adversário, lá estava Jean para fazer as vezes – o que o fez jogar como volante pela direita em algumas ocasiões. Com muito bom drible e finalização regular marcou alguns gols, mas o cabeceio é o que o marcou na temporada, principalmente nos arremates provenientes de escanteio. Seu reserva direto era Diego Souza, que não conseguiu se firmar na posição novamente em sua segunda temporada no Vasco da Gama e dividiu atenções com Fellipe Bastos, que marcou três gols no ano contra somente um de Diego. Em algumas ocasiões nem Diego Souza e nem Fellipe Bastos deram conta do recado, fazendo o técnico Lucio Menezes Jr. buscar solução de qualidade em Léo Moura que adiantado à meia direita, era substituído na lateral direita por Diego Renan, deixando Kleber na lateral esquerda. Os jovens da posição eram Guilherme Costa, vendido ao Rosário Central da Argentina logo no início da temporada, e Felipinho, recém promovido dos juniores que foi emprestado ao Paraná.
Na meia esquerda, Felipe foi o titular por quase todo ano, mas devido à algumas oscilações de desempenho, deu várias oportunidades aos recém chegados Tiago Neves, mas principalmente a D´alessandro que acabou assumindo a titularidade na posição no término da temporada. João Marcos perdeu espaço, entrando somente em uma partida durante toda a temporada.
Como meia ofensivo, o capitão e absoluto Juninho Pernambucano esteve em campo em quase todas as partidas e quando não esteve, o time claramente não rendia o suficiente, demonstrando a importância de sua imprescindível presença. Foi o responsável por várias jogadas de gol através de seus passes precisos que deixavam os atacantes em condições de marcar. Outra característica que ajudou muito foram as cobranças de falta do Reizinho: Quando aconteciam próximas à linha da grande área, eram certeza de gol! No início da temporada o jovem e habilidoso argentino Raúl Amado era o seu reserva, porém perdeu espaço pela inexperiência e falta de encaixe nos jogos em que foi escalado sendo emprestado ao Besiktas da Turquia com as chegadas de Tiago Neves e D´alessandro que revezaram-se hora na meia esquerda, hora mais próximos da área no lugar de Juninho.
No ataque, as contratações foram mais expressivas no início da temporada com as chegadas de Luis Fabiano e Fred. Inicialmente Lucio Menezes Jr. contava somente com Alecssandro pela direita, Fabian Bordagaray pela esquerda – podendo jogar na direita também já que era ambidestro – e Élton pela esquerda na reserva já que o Benfica de Portugal não quis negociar a permanência do “Ligeirinho” Éder Luis, destaque na temporada passada.
Os dois atacantes recém chegados vieram para serem titulares, pois faziam a dupla de ataque da Seleção Brasileira e até começaram bem, mas no decorrer do tempo fizeram a diretoria se questionar sobre o acerto em trazê-los para a Colina...
Luis Fabiano só permaneceu titular até o fim da temporada porque disputava posição com Alecssandro pela direita de ataque e suas características superavam a deste último. O Fabuloso atuou razoavelmente no Cariocão marcando 11 gols, foi bem no Campeonato Brasileiro sendo o quarto maior artilheiro com 18 gols, mas enfrentou uma grande crise pela Copa do Brasil onde marcou somente 02 gols e também pela Copa Libertadores marcando míseros 03 gols. Superou os seus limites nesta temporada somente pela intimidação que criava nos adversários, pela dedicação nas disputas de bola e pelas boas assistências para os outros companheiros marcarem.
Fred, pela esquerda, apesar da sua grande qualidade, enfrentou um jejum de gols interminável. Entrava como titular nos jogos, não conseguia transformar as chances em gols sendo superado quase sempre por Fabian Bordagaray na titularidade e o argentino não decepcionava fazendo balançar as redes dos adversários ao lado de Luis Fabiano.
Antes da chegada de Fred, na final da Copa dos Campeões do Brasil contra o Internacional de Porto Alegre, Fabian “Edmundo” Bordagaray já havia sido o herói do título marcando os dois gols da vitória, corroborando com o seu já conhecido “faro de gol” como na temporada 2009/2010.
No Campeonato Carioca, Fred até teve um início promissor na disputa por uma vaga no ataque, pois conseguiu oito gols contra cinco de Fabian Bordagaray em 15 rodadas da primeira fase, mas a partir daí não marcou mais e ainda presenciou as semifinais onde o atacante argentino marcou quatro vezes nos dois jogos contra o Botafogo e a final contra o Fluminense onde o Vasco saiu derrotado, mas com Bordagaray marcado duas outras vezes.
A dificuldade do atacante contratado junto ao Fluminense ficou notória no Brasileirão onde quem fez dupla titular com Luis Fabiano em quase todos os jogos foi Bordagaray. Incrivelmente, Fred só conseguiu marcar seu primeiro gol no campeonato brasileiro, já no segundo turno na 27ª rodada aos 45 minutos do segundo tempo da vitória por 3 x 0 contra o Bragantino – os outros dois foram marcados pelo “Fabuloso”! E isso melhorou um pouco seu desempenho nas 11 rodadas seguintes onde marcou em quatro partidas sete gols, destaques para os três gols na vitória por 4 x 1 contra o Palmeiras, dois na vitória por 3 x 1 sobre o Atlético Mineiro e o gol decisivo do empate por 1 x 1 com o Santos na última rodada que tirou o título do “Peixe”. Resumo: 08 gols no campeonato jogando 18 partidas...
Ao mesmo tempo em que enfrentava o jejum de gols no Brasileirão, jogando a Copa do Brasil, “Fredgol” passou por algo semelhante: Marcou um gol na primeira partida do confronto contra o fraco SINOP do Mato Grosso e foi reaparecer de novo somente em uma das partidas da terceira rodada onde marcou dois contra o Grêmio. Depois disso só balançou as redes no empate por 1 x 1 contra o Flamengo pelo jogo de volta nas semifinais – que eliminou o cruzmaltino! Ou seja, em 10 partidas disputadas na Copa Nacional o atacante da Seleção Brasileira fez somente 04 gols...
Na Copa Libertadores da América, Fred passou em branco em toda a primeira fase: 06 jogos e nada de gols, enquanto Fabian Bordagaray marcou cinco vezes. Nas oitavas de final contra o Corinthians, nada de Fred de novo e duas vezes “Edmundo” Bordagaray.
Nas quartas de final, depois de toda a trajetória na competição internacional, Fred finalmente desencantou: Foi decisivo, abrindo o placar no difícil jogo de volta do Vasco contra o Peñarol em Montevidéu e ajudou na classificação para a próxima fase.
Daí, novamente o ostracismo vendo apoteóticas atuações de Luis Fabiano nos dois jogos da semifinal contra o Huracan da Argentina onde o “Fabuloso” marcou três vezes e novamente observou de perto seu “reserva” Fabian Bordagaray dar a vitória ao Vasco com um gol único no primeiro jogo da final contra o San Lorenzo da Argentina.
A temporada de Fred só foi salva e digna de foto no Hall da Fama em São Januário, porque foram dele os dois gols no segundo jogo da final: Um abrindo o placar e o outro, derradeiro, aos 40 minutos do segundo tempo empatando a partida em 2 x 2 – O San Lorenzo vencia por 2 x 1 e estava levando o caneco pela vitória parcial e os gols na casa do adversário! O resultado deu o bicampeonato das Américas ao Gigante da Colina e por conta disso, o atacante figurou no ataque titular ao final da temporada.


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Re: O GIGANTE DA COLINA – DO REAL AO VIRTUAL, O VASCO DA GAMA MONUMENTAL
2.1.1. – ANÁLISE FINAL DOS JUNIORES 2010/2011
JUNIORES (17/18 ANOS)

JUNIORES (15/16 ANOS)

JUNIORES (13/14 ANOS)

JUNIORES (11/12 ANOS)

Com a busca por novos talentos citada nas análises preliminares da temporada 2010/2011 já melhor apurada, o gerente e técnico Lucio Menezes Jr. conquistou os campeonatos brasileiros das categorias de base nas idades 17/18 e 15/16 anos da temporada, o que dava ao clube um futuro promissor através dos seus juniores, com destaques para os goleiros César e Uilson, os zagueiros Leonardo Mesquita, Josué e Marquinhos, o ala direita Roger e o ala esquerda Emerson Santos, os volantes Miguel Leão e Hernani, os meias Bruno Sabiá e Wellington Melo e os atacantes Rafinha e Léo.
JUNIORES (17/18 ANOS)

JUNIORES (15/16 ANOS)

JUNIORES (13/14 ANOS)

JUNIORES (11/12 ANOS)



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Re: O GIGANTE DA COLINA – DO REAL AO VIRTUAL, O VASCO DA GAMA MONUMENTAL
2.2. – O HALL DA FAMA 2010/2011


Somente uma adição a seção de heróis da Colina na temporada:


Somente uma adição a seção de heróis da Colina na temporada:
Fred, o Fredgol, Jogador da Seleção Brasileira que apesar de ter passado por muitas dificuldades na sua posição de atacante durante o ano, fez os dois gols decisivos no último jogo da final da Copa Libertadores da América propiciando o bicampeonato da competição ao Vasco e a classificação para o Mundial de Clubes FIFA na próxima temporada. Ao término das festividades pela conquista, Lucio Menezes Jr., com o aval do Presidente Roberto Dinamite o recomendou para elencar a galeria dos memoráveis jogadores do Vasco da Gama.
Última edição por lukbm em Sab 14 Jan 2012, 00:51, editado 2 vez(es)


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Re: O GIGANTE DA COLINA – DO REAL AO VIRTUAL, O VASCO DA GAMA MONUMENTAL
2.3. PENDURARAM AS CHUTEIRAS!

* Relação dos jogadores que deixaram o futebol e os clubes pelo qual jogavam ao se aposentarem nas Séries A e B do Brasileirão.
TEMPORADA 2009/2010


- DESTAQUES:
* O goleiro "Pato" Abbondanzieri
* O goleiro Harley que fez carreira pelo Goiás E.C.
* O atacante Euller, o "Filho do Vento"
TEMPORADA 2010/2011

- DESTAQUES:
* O atacante Liédson, o "Levezinho"
* O volante pentacampeão do mundo em 2002 Gilberto Silva, o "Muro Invisível"
* O atacante Emerson, o "Sheik"
* O atacante Araújo, o "Samurai"
* O volante Túlio com passagem notória pelo Botafogo F.R.
* O atacante Júnior, o "Diabo Loiro"
* O meio-campista pentacampeão do mundo em 2002 Ricardinho
* O meio-campista Paulo Baier que fez história no Atlético Paranaense
* O lateral e meia esquerda Athirson que ganhou notoriedade pelo C. R. Flamengo
* O meio-campista Romerito de história no Goiás E.C. e Sport Recife
* O meia-ofensivo Sávio que foi revelado pelo Flamengo na década de 1990. Também fez sucesso no futebol espanhol, aonde atuou pelo Real Madrid, Real Zaragoza, Real Sociedad e Levante.
* O atacante Iarley que fez história atuando pelo Boca Juniors da Argentina (sendo campeão do mundo de clubes em 2003), pelo Goiás E.C. e pelo S.C. Internacional (sendo campeão do mundo de clubes pelo colorado em 2005)
* O atacante Leandro Amaral que teve boa atuação quando jogou no Vasco da Gama entre 2006 e 2008.
* O atacante Dodô, o "Artilheiro dos gols bonitos"

* Relação dos jogadores que deixaram o futebol e os clubes pelo qual jogavam ao se aposentarem nas Séries A e B do Brasileirão.
TEMPORADA 2009/2010


- DESTAQUES:
* O goleiro "Pato" Abbondanzieri
* O goleiro Harley que fez carreira pelo Goiás E.C.
* O atacante Euller, o "Filho do Vento"
TEMPORADA 2010/2011

- DESTAQUES:
* O atacante Liédson, o "Levezinho"
* O volante pentacampeão do mundo em 2002 Gilberto Silva, o "Muro Invisível"
* O atacante Emerson, o "Sheik"
* O atacante Araújo, o "Samurai"
* O volante Túlio com passagem notória pelo Botafogo F.R.
* O atacante Júnior, o "Diabo Loiro"
* O meio-campista pentacampeão do mundo em 2002 Ricardinho
* O meio-campista Paulo Baier que fez história no Atlético Paranaense
* O lateral e meia esquerda Athirson que ganhou notoriedade pelo C. R. Flamengo
* O meio-campista Romerito de história no Goiás E.C. e Sport Recife
* O meia-ofensivo Sávio que foi revelado pelo Flamengo na década de 1990. Também fez sucesso no futebol espanhol, aonde atuou pelo Real Madrid, Real Zaragoza, Real Sociedad e Levante.
* O atacante Iarley que fez história atuando pelo Boca Juniors da Argentina (sendo campeão do mundo de clubes em 2003), pelo Goiás E.C. e pelo S.C. Internacional (sendo campeão do mundo de clubes pelo colorado em 2005)
* O atacante Leandro Amaral que teve boa atuação quando jogou no Vasco da Gama entre 2006 e 2008.
* O atacante Dodô, o "Artilheiro dos gols bonitos"


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Re: O GIGANTE DA COLINA – DO REAL AO VIRTUAL, O VASCO DA GAMA MONUMENTAL
2.4. RESUMO DAS COMPETIÇÕES 2010/2011








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Re: O GIGANTE DA COLINA – DO REAL AO VIRTUAL, O VASCO DA GAMA MONUMENTAL
2.5. – EVOLUÇÃO TÉCNICA 2010/2011



FIM DOS TRABALHOS NA TEMPORADA 2010/2011.
A TORCIDA VASCAÍNA SEGUE RUMO AO MUNDIAL DE CLUBES FIFA!
JAPÃO 2011/2012
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Re: O GIGANTE DA COLINA – DO REAL AO VIRTUAL, O VASCO DA GAMA MONUMENTAL
Parabens pela belissima carreira e pelo titulo na Libertadores!!!

Re: O GIGANTE DA COLINA – DO REAL AO VIRTUAL, O VASCO DA GAMA MONUMENTAL
AfonsoFisio escreveu:Parabens pela belissima carreira e pelo titulo na Libertadores!!!
Obrigado, amigo e irmão Afonso! Saudades de ti, meu camarada...
Quando der, apareça!
Abraço...


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